10- O Engano do “Dízimo de Abraão” e o fim do templo para armazenar os mantimentos.

 



Este estudo revela, com base na história e no texto original das Escrituras, que Abraão nunca instituiu o dízimo. Em Gênesis 14, ele apenas devolveu os despojos conquistados e ofereceu parte a Melquisedeque — um gesto diplomático, não religioso. O dízimo mosaico surgiria séculos depois, ligado à terra de Israel e ao templo, ambos extintos em 70 d.C. O cristianismo primitivo não praticava dízimo compulsório: sua contribuição era livre e motivada pelo amor. Exigir 10% hoje é ignorar o fim da Lei, a destruição do templo e o novo templo espiritual — o ser humano, onde Deus habita.

O Engano do “Dízimo de Abraão” e o fim do templo para armazenar os mantimentos.

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Claudio Mendes • Banco Inter

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